segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Mensagem de Esperança

Recebi por email esta mensagem sobre a Esperança de uma amiga e acho interessante divulgar:

Quanto maior a escuridão ao seu redor, mais necessária será sua luz interior. Sempre que você estiver entre pessoas zangadas, ressentidas, desanimadas ou cínicas, é quando você pode fazer a grande diferença e se manter positivamente centrado. 

Claro que não é fácil. Com freqüência reagimos à negatividade sendo negativos também. Com isso, conseguimos apenas piorar a situação. Mas você tem a opção de não reagir. Você tem a opção de seguir seu próprio curso. Só porque as pessoas ao seu redor agem negativamente, não significa que você também deva agir dessa forma.




Quando todos ao seu redor estiverem frustrados e impacientes, esforce-se ao máximo para manter a calma e a compostura. Quando todos ao seu redor estiverem zangados, esforce-se para ser a voz da razão e da compaixão. Quando todos ao seu redor estiverem desanimados, ofereça a esperança.
 "Seja diferente, faça a diferença!"
 "PAZ NO MUNDO"

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

As Oito Fases Lunares


O Ciclo das Oito Fases Lunares

por Sandra e David Mosley


A observação dos ciclos solares e lunares são a base da astrologia. O estudo destes ciclos e das suas fases dão um nível mais profundo de compreensão de todos os aspectos planetários. Ainda que mais frequentemente associada ao ciclo lunar, a divisão de oito fases é utilizada em muitos ensinamentos espirituais e pode ser aplicada em qualquer dos ciclos da vida.
Deve-se ter em conta que quando se trabalha com os pares planetários, o planeta mais lento descreve o tema do ciclo e o mais rápido como se realiza.
A função de cada processo cíclico é sugerida pelo simbolismo dos planetas e/ou luminares envolvidos. Por exemplo, o movimento da Terra e do seu satélite, a Lua ao redor do Sol, estabelece o ritmo e marca os passos na dança da Vida. Simbolicamente a nossa espiritualidade (Sol) manifesta-se (Terra) através da ajuda da alma (Lua). Cada ciclo solar é a expressão do nosso propósito espiritual. A Lua, no seu ciclo ao redor da Terra, reflecte a nossa experiência de vida diária. Cada ciclo lunar tem a ver com a nossa resposta às necessidades colectivas.



As Oito Fases Lunares
Simbolicamente, o número 8 significa Manifestação, Forma e Realidade Física. Ao trabalharmos com as oito fases como etapas de desenvolvimento de um ciclo, isso leva-nos a ver a vida como um processo, enfatizando a continuidade e a evolução.
Uma fase é uma etapa no processo de finalização. A função de cada etapa num ciclo é apoiar a próxima e continuamente assim até ao fim, para que o ciclo possa começar uma vez mais e continuar o seu avanço.
O tipo de energia que funciona nas fases alterna-se entre Activa e Receptiva. Como é um sistema, nenhuma das fases funciona por si só. Junto com o que vem antes e o que virá depois, cada fase tem também uma fase de ligação. Cada fase Activa liga-se com uma fase Receptiva. Existe sempre ecos e repercurssões.
As fases Activas são directas. Fazem-se escolhas e dirigem-se ao mundo exterior. São fases formativas que definem a saída do ciclo.
As fases Receptivas são complexas. Junta-se a informação quer das consequências da atividade anterior, como a antecipação da atividade futura. São fases mutáveis, onde as mudanças ocorrem internamente e planificam-se acções de ajuste.


Fase 1 - NOVA

A fase Nova é Ativa e Espontânea. É sobre a descoberta de si próprio, de começos e intenções. Esta fase envolve o corpo emocional. Paixão, desejo e excitação qualificam a saída deste ciclo. Nesta etapa existe um mínimo de consciência e de conhecimento. A inocência dá-lhe uma qualidade de pioneira.
A energia desta fase relaciona-se com a visão, interior e exterior. Como não se pode ver todo o panorama, é um momento de vulnerabilidade e dúvida. É necessária uma acção visionária. A função desta fase é dar conta da intenção, mas à frete virão as oportunidades de rever e reorientar.
Durante esta fase Nova formule a sua intenção, foque-a e actue. A pergunta é? Que desejo? È importante que estabeleça qual é a sua meta, torne-a emocionalmente satisfatória. Deve criar uma representação visual dela, a qual possa olhar durante todo o ciclo. Seja claro quanto ao que deseja, sem ter em conta se pode obtê-lo. Confie em si e no seu potencial para se manifestar, Tenha confiança na sua habilidade para aprender e adaptar-se.


Fase 2 - CRESCENTE

A fase Crescente é Receptiva e Deliberativa. Tem a ver com o desenvolver de recursos para proteger e sustentar a visão da Nova. Esta fase pertence ao corpo instintivo. Intuição, reflexão e mecanismos de sobrevivência básica preservam a ação estabelecida durante a fase Nova. Nesta etapa é tomado o compromisso de responsabilizar-se para atingir a meta desejada.
A energia desta fase é estimulada pelos sentidos do paladar, do olfacto e do tacto. Existe uma luta para reunir a informação adequada que apoie o desenvolvimento continuado do ciclo. É de importância vital compreender a motivação que está por detrás do desejo para a função de planear a sua obtenção.
Durante a fase Crescente abra-se à informação e planifique a sua acção. Pergunte-se: Que necessidade preenche os meus objectivos? E Como posso garantir que a sobrevivência da minha visão? Deixe-se guiar pelos seus instintos. Desfrute das suas comidas favoritas. Relaxe num banho de essências. Abrace-se muito. Reveja os seus recursos, encontre as qualidades daqueles o podem ajudar a ter êxito.


Fase 3 - PRIMEIRO QUARTO

O Primeiro Quarto é Ativo e Impetuoso. Tem a ver com o separar-se e procurar a individualidade. Esta fase envolve o corpo sensação-movimento. A ideia é usar o movimento do corpo para gerar energia que possa ser canalizada na sua expressão criativa. Nisso existe uma sensibilidade que pode ser expressa ao extremo de chegar a mostrar o próprio coração, sem o poder evitar.
Existe frequentemente uma sensação de não ser compreendido. É importante ir mais além da necessidade de aprovação dos outros. A atividade durante esta fase deve ser a de largar qualquer obstáculo para que a perspectiva da Nova fase tenha espaço suficiente para se desenvolver e crescer. A função desta fase é a de criar uma base segura.
Durante o Primeiro Quarto faça o que sinta ser correcto. Façam com que as suas acções expressem os seus sentimentos e a sua independência. Deixe o passado para trás. A pergunta é: Que posso fazer agora para iniciar a actualização da minha perspectiva para este ciclo? É importante pôr-se em movimento. A acção física é a chave desta energia de iniciação. Estique-se, dance ou faça algum tipo de ginástica para aliviar essa sensação de bloqueio.


Fase 4 - CORCUNDA

A fase Corcunda é de Receptividade e Discernimento. Tem a ver com o desenvolvimento de ferramentas e técnicas que sirvam a visão original. É um ponto pivô no ciclo. Está ligada diretamente com a fase Nova, e uma vez mais relaciona-se com o corpo emocional. É recebido o primeiro 'feedback' em relação à meta do ciclo em curso.
Nesta etapa analisa-se a informação a aplicar. É o momento de questionar tudo e procurar novos métodos que maximizem a eficiência.
A energia nesta fase está relacionada com a visão (perspectiva) interior e exterior. Ainda não é possível ver o quadro no seu todo. Existe uma luta entre largar o julgamento e aprender a acreditar em si próprio. A confiança da visão interior desperta o poder de criação. A função desta fase é ter confiança em si mesmo.
Durante a fase Corcunda filtre e analise toda a informação que tinha obtido em resultado das suas acções anteriores. Pergunte-se: Como posso afinar os meus objectivos? Que detalhes deixei passar? Reveja a sua perspectiva original. Focalize a imagem que criou na fase Nova. Deixe de lado as críticas, para ver com clareza, reforçando as suas intenções. Confie no processo.

Fase 5 - CHEIA
A fase Cheia é Ativa e Integradora. Tem a ver com a tomada de consciência, a cooperação e o partilhar de informação. Esta fase envolve o corpo intelectual, onde o desapego apoia a objectividade. Nesta etapa a iluminação traz luz a todos os lugares escuros, as sombras são expostas.
A energia desta fase é estimulada pelo ouvir, interior e exterior. Devem-se tomar as acções necessárias para estabelecer uma relação que possa levar a um equilíbrio. A função desta fase é a de começar o processo de reformular metas de acordo com a tomada de consciência quanto ao verdadeiro significado da visão original.
Durante a fase Cheia deve envolver os outros nas suas actividades. As relações equilibradas são a chave para a tomada de consciência. Observe que tudo isso lhe é devolvido. Pergunte-se. O que posso fazer para harmonizar a situação? Preste atenção e escute atentamente o que você e os outros dizem. Quando a confusão distorcer o pensamento, lembre-se que a música acalma a mente e a canção dá voz ao espírito.


Fase 6 - DISSEMINADORA

A fase disseminadora é Receptiva e Demonstrativa. Tem a ver com a comunicação, o partilhar de recursos e estar aberto à transformação. Relaciona-se com a fase do Primeiro Quarto e também com o corpo sensação-movimento. O poder do que se considera significativo é uma força propulsora para a sua distribuição. Nesta etapa os sentimentos necessitam de ser partilhados com os outros.
A energia desta fase pertence ao movimento. Faz-se um voto de é. Produz-se uma luta entre a visão pessoal e as necessidades do todo.
A função desta fase é a de ganhar perspectiva. Durante esta fase Disseminadora partilha-se a visão com o maior número possível de pessoas. As perguntas a fazer são: Como podem as minhas metas contribuir para o bem-estar colectivo e o meu idealismo me ter levado a pensar que sou o mais justo e bom? Reveja os sentimentos que o levaram à acção do Primeiro Quarto e permita-se a si próprio ensinar o que está a aprender. Troque e mova energia através de grupos desportivos ou de dança.


Fase 7 - ÚLTIMO QUARTO

A fase do Último Quarto é Ativa e Responsável. Relaciona-se com reorientação, transição e finalização. Está ligada à fase Crescente e também pertence ao corpo instintivo. Respostas sensoriais e diretas ao ambiente são as que dirigem a acção final necessária ao cumprimento das metas do ciclo. Nesta fase a ação pode ser tanto de correcção, como o empurrão final necessário para que tudo termine com êxito.
A energia desta fase é estimulada pelos sentidos do paladar, olfacto e tacto. A acção é essencial e evidente. As acções requerem mudança, que tanto pode ser conservadora, como inventiva e existe algum risco quando se muda a estrutura sobre o que foi construído. A função desta fase é de manifestação.
Durante esta fase Último Quarto são reconhecidos os frutos e deve aceitar-se as responsabilidades das suas ações. Faça o que tem que fazer, instintivamente sabe qual é o caminho apropriado a seguir. A pergunta é: Daqui para onde vou? Utilize o que obteve para ajudar os outros. Para libertar a energia bloqueada utilize técnicas tácteis e instintivas, que incluem com o corpo, manipulação e aromaterapia.


Fase 8 - BALSÂMICA

A fase Balsâmica é Receptiva e Libertadora. Tem a ver com o abandonar do passado e levar os sentimentos e atenção para o futuro. Está relacionada com a fase Cheia e envolve o corpo intelectual. Tal como acontece com a Cheia, há um desapego que serve para dar uma visão objectiva. Enquanto que na fase Cheia há uma tomada de consciência do que se é, na Balsâmica tem a ver com o que se foi e o que se será.
A energia desta fase é estimulada pelo ouvido, interior e exterior. As vozes interiores murmuram sugestões relacionadas com o futuro. A luta por não se dar por vencido pode produzir confusão em relação ao que ameaça terminar e levar a um próximo ciclo. Deve conseguir libertar-se do passado, para começar um novo ciclo com consciência e clareza. A função desta fase é apagar ciclos passados para preparar o novo ciclo.
Durante esta fase Balsâmica é necessário sair do mundo exterior. É tempo para sonhar e de contemplação passiva. Pergunte-se: O que é necessário para me libertar? e O Que é que escolho para levar para o próximo ciclo? Permita-se a si próprio curar-se com práticas de meditação que envolvam o som o canto, a percussão, as vozes.
Estes ciclos repetidos regularmente descrevem o processo de manifestação criativa. Cada novo ciclo oferece a oportunidade de nos conhecermos um pouco melhor, de nos familiarizarmos com os nossos padrões de resposta, de praticar a expressão do nosso propósito espiritual e viver a vida em plenitude. O equilíbrio dos nossos valores espirituais e das realidades materiais inerentes neste processo, cimenta e apoia a criatividade, trazendo-a à vida.



Bibliografia:
Myers, Robert Kent - Getting "On-Time" With Your Life. RKM, 1996
Robertson, Marc - Cosmopsychology I: The Engine of Destiny. AFA, 1976
Rudhyar, Dane - The Lunation Cycle. Shambala, 1967

Retirado do site: www.zodiacarts.com

sábado, 18 de fevereiro de 2012

O Universo Feminino em 8 Faces - oficina de danças circulares sagradas

O UNIVERSO FEMININO EM 8 FACES
geração, auto-estima, sexualidade, adaptação, realização, intuição, maternidade, integração

Identificar, reconhecer e vivenciar a maneira como os aspectos se manifestam nas mulheres, respeitando as particularidades de cada uma.

Resgatar a percepção subjetiva e associativa interligando os aspectos com as lunações e o uso das cores, compartilhar, dançar, movimentar!

IMPORTANTE CONFIRMAR PRESENÇA: 51 9639 0707, carolinebklipel@hotmail.com

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Arquétipos do Tarot, Danças Circulares Sagradas e Polaridades

A projeção do mundo interior no exterior é a forma como a psique funciona. Nem percebemos isto acontecer por tão inconsciente que é na sua natureza. As cartas do Tarot representam simbolicamente as nossas forças instintuais lançadas no mundo exterior como reflexos de um espelho da realidade interior - a isso denominamos de arquétipos. Pode ser que as cartas variem de acordo com a cultura, mas seu caráter essencial é universal.
Observando as imagens contidas nas cartas vemos o contraste do mundo dual/polar através das cores, do gênero, da geometria, dos símbolos contidos, da vibração numérica, do próprio arquétipo. Esse tipo de auto compreensão, pela confrontação dos arquétipos e pela relativa liberação de sua compulsão, torna-nos cada vez mais capazes de responder a vida de maneira individual. Dentro dessa lógica, aquele que tem pouca percepção dos arquétipos age por forças desconhecidas. Só é capaz de fazer escolhas diferentes da multidão e de expressar-se por si mesmo aquele que possui um grau maior de auto percepção.
Na primeira edição, buscamos desenvolver a auto percepção das polaridades nos arquétipos do O MAGO(I), A PAPISA(II), A IMPERATRIZ(III), O IMPERADOR(IV), A TEMPERANÇA(XIV), A LUA(XVIII), O SOL(XVIIII), e O MUNDO(XXI). Identificamos os princípios genuínos yin/yang e suas manifestações através dos relatos de cada participante sobre a sua interpretação individual e coletiva de cada carta. E para enriquecer essa jornada aliamos o embalo da música e a expressão da dança. Foi maravilhoso!
Nesta edição do evento O CARRO(VII) nos conduziu para a jornada interior como o veículo que conduz para o auto descobrimento. Para isso, nos despojar de conceitos pré - estabelecidos, como quando éramos crianças diante de algo novo ou inesperado. Visto que é um meio de transporte mágico, bastou fechar os olhos e imaginar-se confortavelmente instalado e preparado. A essência deste arquétipo é o movimento, a fim de cumprir o seu destino singular e comprometido com a harmonia, assim reza o sete.
Usando a dança como ferramenta lúdica, especialmente as Danças Circulares Sagradas, nós podemos vivenciar e perceber o jogo das polaridades e suas múltiplas possibilidades de manifestação. Sendo a dança capaz de existir no tempo e no espaço damos vazão as nossas potencialidades criativas, nossas emoções e sensações. Pois liberamos as simbologias e imagens que nos constituem – sendo reprimidas ou não - proporcionando o reencontro com a essência genuína que cada indivíduo possui a fim de se reintegrarem a totalidade.
O ambiente das Danças Circulares Sagradas é muito rico e traduz as simbologias e as imagens que acompanham o homem desde os primórdios de sua existência. As formas geométricas originadas da figura do círculo espelham a unidade da natureza e do cosmos. Essa característica somada ao movimento estruturado do dançarino e baseado nas imagens simbólicas das tradições, cujo potencial espiritual é o condutor de energia, nos aproxima novamente de um aspecto total da criação. Na medida em que vivenciamos o próprio centro da existência meditamos sobre essas imagens que foram surgidas na origem da luz. E dessa forma, a trajetória do dançarino cresce para além da sua biografia pessoal.

Sobre as POLARIDADES

Chamamos de polaridades o conjunto de observações que em condições opostas dizem respeito sobre um mesmo referencial. Ou seja, polaridades são extremos de uma mesma coisa. Como tudo na natureza, pelo menos nesta dimensão de evolução, está sujeito a ação do espaço e do tempo forma-se, então, a noção de dualidade. O céu e a terra, o inconsciente e o consciente, a mente e o corpo, o objetivo e o subjetivo – exemplos de manifestações da dualidade humana que simbolicamente aparecem em forma de imagens e crenças nos trazendo conceitos e informações sobre nós mesmos e o mundo – a realidade na qual vivemos.
Também podemos denominar toda essa dinâmica como energia. A energia se movimenta de um pólo ao outro, intermitentemente, estabelecendo uma comunicação entre eles. Na prática, o que ocorre na dinâmica são as nossas experiências vividas em diferentes níveis de sentimentos ou padrões de consciência, que aparecem como vontade, poder, afeto, realização no trabalho etc. E fazem com que sejamos capazes de dar sentido e direção para elas. Ora assumem o caráter de uma pulsação progressiva de dentro para fora; ora, regressiva. Na pulsação regressiva temporariamente reavaliamos nossas crenças com a finalidade de resgatar valores que ficaram abandonados no passado e incorporá-los no presente.
Este movimento, este jogo, esta dança por entre os pólos nos acumulando vivencias e experiências trazem gradualmente à luz da consciência o autoconhecimento levando-nos para a integridade. Um bom equilibrista brinca com os opostos, sonha, compartilha, e o caminho da vida vai sendo construído. Talvez surja um caminho inesperado, mas possível de ser compartilhado. Porque o caminho só aparece quando nos disponibilizamos para o amor, ou seja, para o equilíbrio, sem tentar controlar para onde tudo irá levar!