quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Amor, amor... Amar!


Difícil descrever o amor, pois nessa tentativa estamos limitando em palavras o sentimento que empregamos em todos os nossos atos, ou pelo menos deveria ser assim... Muito melhor que dizer é sentir o amor. E praticá-lo pode ser desafiante, porém não há nada mais estimulante que permitir-se descobrir as nuances do amor. Através do caminho do amor você é convidado a contatar com o seu coração para descobrir o espaço que existe dentro dele e aprender a compartilhá-lo com os demais!

Onde estivermos é importante trazer a presença do amor. O universo nos coloca em diversas oportunidades para manifestá-lo. E nunca é demais abusar dessa energia construtiva. Porém, nem todos estão preparados e dispostos a sentir com intensidade o amor. Se estiver diante de uma situação assim continue agindo com amor e entregue ao destino, cujo pai é o tempo e a mãe a sabedoria!

Caminhar é necessário, contemplar é importante!


Estar presente no aqui agora, curtindo a sua própria jornada, te preenche de experiências que transformam a vida em sentimento de totalidade. Se você é daqueles que cultivam histórias e lembranças desagradáveis, está perdendo tempo em contemplar as belezas que estão neste momento diante de seus olhos. Também, se você prefere ficar projetando futuros na expectativa do amanhã, está deixando para atrás as sementes que poderiam ser plantadas hoje.

Por vezes pensamos que a compensação por nossos sacrifícios estará ali adiante. Escolhas são necessárias sim, e, nem sempre as decisões à serem tomadas são simples e fáceis. Porém, se estamos cultivando o momento presente com boas intensões e praticando nossos valores e ideais os "presentes" aparecerão ao longo da estrada em diversos formatos. Basta estarmos disposto à percebe-los e recebe-los com gratidão, pois somos merecedores sempre.

Be Happy!!!

domingo, 8 de dezembro de 2013

Um bordado feminino

No dia 1 de dezembro de 2013, ocorreu a primeira Roda Cigana, em Novo Hamburgo (RS).


Muito mais que uma roda de mulheres, esse evento ficou marcado como um grande encontro.


Primeiramente, nos encontramos umas às outras. Nos sentamos para dizer e ouvir sobre quem somos e o que queremos. Dentre relatos diversos tivemos presente em cada um a forte busca pelo "ser mulher" com intensidade e profundidade. Numa abordagem feminina que não exclui o masculino, pelo contrário é receptivo a ele.


Alinhavados os propósitos, seguimos na dança que descobriu a essência de cada especiaria da Cultura Cigana. A canela vivenciada no Hino Cigano Djelem Djelem nos trouxe a sensação quente da jornada pela terra. O cravo nos levou a olhar para fora e ver além de nós mesmas. O açúcar-mascavo nutriu a nossa alma levando doçura para as partes sofridas. A noz-moscada proporcionou alegria e o anis-estrelado trouxe a esperança para seguirmos na nossa caminhada.


De forma geral, nosso encontro também foi um reencontro consigo mesma e das "coisas" escondidas nas profundezas da nossa terra. Muitas vezes, não queremos contatar com lembranças desagradáveis ou dolorosas, ou mesmo com situações ou condições onde nos sentimos com vergonha e desajustadas. Porém, essa Roda permitiu a tona dessas estruturas conscientes ou não, e possivelmente o entendimento e a transformação delas.


Por isso foi tão intenso. Cada passo, cada gesto possibilitou a acolhida da nossa verdadeira expressão, e então, formamos nessa Roda um lindo bordado feminino.