quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Hipersensibilidade aos Efeitos Rítmicos Lunares


Muitas mulheres sofrem por não estar em sincronia adequada entre seu ritmo interno e as demandas externas cotidianas. A falta de conexão com o seu interior leva a diversos sintomas negativos, tanto emocionais quanto físicos. Até mesmo, quando a personalidade transparece uma extroversão exagerada e egoísta, sendo muitas vezes incapaz de ficar só e desvitaliza as pessoas a sua volta, revela, no fundo, uma carência absurda. Carência de si mesma.

A vida se esforça na tentativa de chamar atenção dessas mulheres para aquilo que o seu interior está necessitando, ou como deveria ser respeitado. Mudanças subsequentes que trazem constantes adaptações muitas vezes atraem mais pensamentos negativos e sombrios, podendo estabelecer uma situação de rigidez interna apoiada pela angústia e o medo de sofrer. Sem dúvida, quando se passa muito tempo ignorando algo, de repente, não o reconhecemos mais. No entanto, em alguns casos, é apenas por meio de feridas internas e uma coleção de traumas que se busca outras formas de viver a vida.

Para isso, será indispensável o autoconhecimento. Permitir se conhecer é antes de tudo se aceitar. Aceitar sua situação e tudo o que trouxe até aqui. Por si só, a aceitação já é um ato de amor próprio, que seguido pelo perdão, traz uma sensação gostosa de tranquilidade. E, nesse processo de autoconhecimento e aceitação, percebe-se o ritmo intrínseco a cada ciclo. Somos lunares, ou seja, somos guiadas por uma constante mutação cíclica. A vida cessa quando nada se movimenta, portanto, se não há ritmo - não há vida. Na nossa sociedade muitas mulheres perderam seu ritmo porque foram condicionadas à uma civilização que não aceita que as mulheres sejam simplesmente mulheres. O modelo de vida arquetípicamente masculino empurra para traz os clássicos anelos femininos, e vemos isso caracterizado pelo desequilíbrio ambiental que nos deparamos atualmente.

Uma pergunta: quem é a pessoa mais importante do mundo? Você. Ame-se, cuide-se, e tenha o prazer de viver que és!

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Chaves para nossas portas!

Já observou que em alguns momentos somos forçados a pensar que só existe dois caminhos? Pensamentos do tipo: ou isso ou aquilo se cristalizam de tal forma a ser impossível visualizar uma terceira opção, ou mesmo um equilíbrio entre eles. Isso pode levar a um distanciamento da essência interior e emergir sensações de descrença, impotência, tensão no plexo solar ou abafamento no peito.

Nesses momentos, é importante fortalecer a conexão da consciência a níveis mais intuitivos e elevados. Resgatar o sentimento original de pureza, espontaneidade e graça que nos liga ao cordão da vida reduz a ansiedade ocasionada pelo momento. Buscar zonas de equilíbrio interior também favorece a ordenação dos pensamentos e atitudes de acordo com a identidade da alma.

A vida nos desafia a sermos livres nas nossas escolhas atribuindo responsabilidades à elas. Coragem, ânimo e fé na jornada de cada ser irá se manifestar à medida em que ele confiar no seu propósito individual e coletivo de estar vivo. Portanto, nos casos de dúvidas sobre qual direção tomar o mais indicado é parar, olhar, sentir e ser feliz!